A Associação Musical Sinfonietta de Braga nasce no ano de 2006, por iniciativa de um grupo de jovens bracarenses, alunos e ex-alunos do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, que decidiu fundar uma instituição musical que se dedicasse à divulgação da música erudita na região.

Sinfo
de

Cultura, qualidade, e acessibilidade
não representam uma tríade impossível.
Representam sim uma meta
que apenas pode ser alcançada
com o auxílio de uma outra triplicidade:
persistência, atenção e exigência.
Esta visão parte da premissa de que a Cultura
não é uma prática egoísta, mas sim uma conversa.
Uma conversa que se deve travar entre os artistas
e o seu público, entre os artistas e a sua região.
O caminho é longo mas, passo a passo,
a Sinfonietta de Braga procura
tornar cada vez mais íntima
esta conversa, na qual
partilhará com todos os públicos
a essência do melhor da música que
já foi escrita e do melhor da música
que se cria nos dias de hoje, sempre
com o mais absoluto cuidado
e respeito pela qualidade
que a mesma exige.

nietta
Braga

Desfrutando, respeitando e
aprendendo com o que veio antes,
a Sinfonietta de Braga partilha, deste modo,
uma ambição de explorar a identidade
e fertilidade do nosso meio cultural.
Esta ambição surge da crença de que,
para além de uma celebração do passado,
a prática cultural consiste em projetar também
uma herança futura, capaz de imortalizar um retrato
do melhor que é cultivado nos nossos tempos.
Tal como uma orquestra
recorre a instrumentos musicais,
os instrumentos da Sinfonietta de Braga,
nesta ambição, são os artistas de potencial
extraordinário que se formam atualmente.
Da sua parte, a Sinfonietta almeja tornar-se
num instrumento para a nossa região,
e assim contribuir para a afirmação
da sua identidade cultural.

Natural de Braga (1991), completou os seus estudos artísticos com distinção na Escola Profissional do Vale do Ave (ARTAVE). Licenciado em música pela Universidade do Minho na classe conjunta de E. Lawson e I. Grubert, Mestre em performance, ramo instrumento (violino), pelo Conservatoire Royal de Mons (ARTS2) e Mestre em Ensino de Música pela Universidade de Aveiro. A sua vida profissional divide-se entre a performance, no âmbito da música de câmara e orquestral, e o ensino. Recentemente, a psicologia emergiu como área de interesse, em grande parte devido ao seu potencial na relação com a performance musical e com a pedagogia. De forma a comungar este tríptico de interesses, Pedro Oliveira é doutorando em Psicologia na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Pedro M. Oliveira

Presidente

Natural de Braga, frequentou o ensino artístico no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian onde obteu na sua conclusão os prémios de mérito musical, académico, artístico e de melhor aluno da instituição de ensino. Licenciou-se em Música na Universidade do Minho, na classe de Ilya Grubert e Eliot Lawson. É Mestre em violino pela Codarts University of Arts onde foi aluno de Gordan Nikolic e Goran Gribajcevic. É vice-presidente da Associação Musical Sinfonietta de Braga. Desde 2017 que leciona violino e música de câmara no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. É atualmente formando de um MBA no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.

Joaquim Pimenta Pereira

Vice-Presidente

Natural de Braga, aos 5 anos ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, na classe do professor Jorge Ribeiro, concluindo o 8.º grau com prémios de mérito artístico e musical. É licenciado em Música pela Universidade do Minho na classe do professor Pavel Gomziakov. Durante o seu percurso académico foi premiado em concursos nacionais e teve a oportunidade de se apresentar várias vezes a solo com orquestra. Atualmente é violoncelo tutti na Orquestra de Guimarães, membro da equipa executiva e violoncelista na Sinfonietta de Braga. Desde 2018 é membro da equipa docente no projeto Xiquitsi, em Maputo, Moçambique.

Tiago Mendes

Vogal

Natural de Viana do Castelo, iniciou os estudos de violino aos 5 anos de idade no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Mais tarde, obteve os diplomas de performance da Universidade do Minho e da Haute École de Musique de Lausanne - Site de Sion, na Suíça, fazendo parte atualmente da classe do Prof. Yair Kless na Scuola di Musica di Fiesole, em Itália. Bernardo é presença assídua em cursos de aperfeiçoamento e festivais um pouco por toda a Europa e colabora frequentemente com orquestras e agrupamentos de música de câmara em Portugal e no estrangeiro.

Bernardo Alcoforado Barreira

Vogal

Natural de Braga, frequentou o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde concluiu o 8º grau com prémios de mérito artístico, académico e musical. Apresentou-se neste período diversas vezes a solo com orquestra, com a orquestra académica e a Orquestra do Norte. É licenciado em Música pela Universidade do Minho, que frequentou na classe dos professores Ilya Grubert e Eliot Lawson. Durante o seu percurso académico foi premiado em múltiplos concursos nacionais. Atualmente, para além da sua atividade de ensino, é violinista na Orquestra de Guimarães e membro da direcção executiva da Sinfonietta de Braga, frequentando simultaneamente o Mestrado em Performance no Conservatoire Royal de Mons, e o Mestrado em Ensino de Música na Universidade do Minho, nas classes do professor Eliot Lawson.

Miguel Oliveira

Vogal

Nasceu em 1992 em Merelim S. Pedro, Braga. Ingressou, aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian onde concluiu, em 2011, o Curso Secundário de Composição, o 8º grau de Violino sob o professor Alexandre Correia e o 3º grau de Piano. Nesse mesmo ano, ingressou na Universidade do Minho onde concluiu, em 2014, a Licenciatura em Violino na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert. Foi Director Artístico do Orfeão de Merelim desde a sua fundação, em 2012 até 2015 e mestre-de-capela da Basílica de S. Bento da Porta Aberta entre 2015 e 2018. Desde 2010, é Director Artístico da Sinfonietta de Braga. Frequentou o curso de direcção de orquestra orientado por Jean-Sebastien Béreau no Conservatoire a Rayonnement Régional de Lille (FR), o Mestrado em Gestão e Negócios pela EEG-UMinho, bem como os seminários de Fenomenologia Musical com Konrad von Abel e Jordi Mora e o Mestrado em Gestão e Negócios na Universidade do Minho (PT). Em 2018 concluiu o Master Spécialisé en Musique – Direction d’orchestre

Paulo Capela Morais

Vogal

Natural do Fundão, iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos de idade na Academia de Música e Dança do Fundão com Paula Margarida Galhano e, posteriormente, com João Mendes. Durante o seu percurso académico e artístico foi premiada em concursos nacionais e participou em masterclasses, projetos de orquestra e música de câmara a nível nacional e internacional. É licenciada pela Universidade do Minho na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert. Posteriormente estudou música antiga, violino barroco, com Luca Giardini em Parma. É membro executivo da Associação Musical Sinfonietta de Braga e leciona violino e música de câmara no Conservatório de Música ArtEduca em Famalicão e no Colégio D. Diogo de Sousa em Braga.

Maria Afonso

Secretária

Nasceu na cidade de Braga em 1993. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, licenciou-se pela Escola Superior de Música de Lisboa e posteriormente estudou na Guildhall School of Music and Drama onde completou o mestrado em composição de ópera. Nos ano letivo 2017/2018 realizou uma fellowship na Guildhall School of Music and Drama. Ao longo do seu percurso tem explorado diversas formas musicais, mas tem dado particular ênfase à ópera e a projetos de origem colaborativa. Do seu catálago destacam-se as óperas de câmara, "The Parrot House", "precisas de falar?" e a ópera juvenil "Theatro - um ensaio geral". A sua música tem sido tocada em Portugal e no estrangeiro em cidades como Braga, Lisboa, Londres, Amesterdão, entre outras. Tem colaborado criativamente com os compositores Pedro Lima, José Diogo Martins e com os libretistas, Júlia Durand, May Sumbwanyambe e Almeno Gonçalves. Foi vencedor da 8ª edição do premio de composição SPA/Antena 2.

Francisco Fontes